O artigo faz uma reflexão teológico-bíblico-sapiencial sobre a expressão “estar fora de si”, usada pelos parentes para referir-se a Jesus (Mc 3,21), como eixo identificador da vocação cristã. Depois de analisar a vocação e a missão de Jesus como um estar continuamente fora de si, desvenda-se a categoria de beleza como realização plena do “estar fora de si”. Em seguida, reflete-se a vocação como graça de Deus, que exige um estar fora de si, para estar com Deus e com os irmãos e irmãs; adverte-se que, para estar fora de si, a vocação implica em saber dizer sim e não, conforme os desafios e exigências que apontam para a rejeição da autorreferencialidade; indica-se a necessidade de dispor-se constantemente ao conserto das redes; sugere-se que o amor vocacional, por não caber em si, está sempre fora de si, a serviço do próximo.
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Artigo publicado na Revista Encontros Teológicos. 38, 2 (ago. 2023)
